Eis algumas questões a que os Go! Girl Guides respondem, de acordo com a sua autora, numa entrevista ao site grindtv.com

Kelly Lewis tem 29 anos, escreve, sonha e viaja. Nasceu no Hawai, viveu em Nova Iorque e na Nova Zelândia, atravessou a América do Sul, viajou pelo Pacífico e um dia, em 2010, teve um sonho. Quando acordou lembrava-se do que tinha sonhado: um guia para mulheres que gostam de viajar sozinhas. Começou à procura de livros sobre o tema e não encontrou praticamente nada. Vai daí, criou a Go! Girl Guides (gogirlguides.com).

Hoje, o projeto dá emprego a 20 mulheres em todo o mundo e já fez que surgissem seis guias de viagens (Tailândia, México, Argentina, Londres, Nova Iorque e um especial de dicas essenciais). Os livros de Kelly e da sua equipa focam-se nas questões do voluntariado, segurança no estrangeiro ou cuidados médicos. Eis algumas questões a que os Go! Girl Guides respondem, de acordo com a sua autora, numa entrevista ao site grindtv.com.

Qual a maior ideia errada que se tem de mulheres que viajam sozinhas?
«A maior é a de que uma mulher estará sozinha em todo o tempo da viagem. Não é o caso. Os viajantes são tão próximos que é muito fácil fazer amigos, se estivermos abertas a essa possibilidade.»

Que artigos essenciais comprar antes de uma viagem?
«O meu número 1 é um sarong, que pode ser usado como toalha, vestido, almofada – as possibilidades são ilimitadas. Outros artigos são uma bandana, fita para o cabelo, pensos rápidos e antialérgicos.»

Qual o conselho para a mulher que vai viajar sozinha?
Primeiro deve começar a viagem dentro do seu país, só depois para os países vizinhos.»

Quais as melhores dicas para antecipar as questões relacionadas com a higiene?
«Se viajar para qualquer país em vias de desenvolvimento, leve os seus próprios tampões. Pode ser muito difícil encontrá-los. Com os contracetivos, a mesma coisa. Na dúvida, é melhor levar de casa.»

Quais os maiores perigos reais para uma viajante solitária?
«Infelizmente vivemos num mundo onde as mulheres têm de recear o perigo de serem atacadas sexualmente. A melhor forma de estar a salvo é estar atenta, falar com toda a gente, fazer-se notar. Limitar o álcool e evitar as praias à noite.»

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