O jornal norte-americano The New York Times voltou ao Porto e publicou no site um roteiro de fim-de-semana para se ir à descoberta da cidade, ligando o mais antigo ao moderno.

“Desde a impressionante arquitetura da estação de comboios [São Bento] aos bares que estão na moda e servem o vinho de assinautura Porto, esta cidade charmosa combina o melhor do antigo e do mais moderno”, é assim que o site The New York Times descreve o Porto pela jornalista Nell McShane Wulfhart, na página principal da secção de viagens, sugerindo um roteiro de 36 horas à descoberta da cidade.

O jornal norte-americano descreve os edifícios da Invicta do século XVIII e XIX impressionantes, considera que os novos bares e restaurantes “partilham um ambiente descontraído para se estar, com a ajuda do ótimo vinho”. No centro percorrem-se as ruas de calçada portuguesa e com varandas coloridas pelos vasos de flores, pelo caminho percebe-se o gosto pela comida dos restaurantes que acompanham as tendências e estão na moda, assim como o gosto pela arte e o design das lojas. “Um dia no Porto é ligar o mais histórico ao modeno.”

No primeiro dia, sugerem conhecer-se a incrível arquitetura e decoração da Estação de São Bento, uma passagem na Confeitaria Serrana que “serve a melhor bola de Berlim”, provar um gelado na Cremosi, visitar as adegas em Vila Nova de Gaia e ir provar a cozinha portuguesa no Cantinho do Avillez, do chef português José Avillez.

O roteiro para o segundo dia começa por se ir a uma pastelaria beber um café e trincar um doce, passar na loja de roupa e acessórios Feeting Room para umas compras, igualmente na A Vida Portuguesa para uma recordação genuína de Portugal e na loja vintage Mercado 48, com mobiliário, vestuário, arte e decoração. E espreitarem-se as lojas e restaurantes do Centro Comercial Bombarda, assim como a arte na rua Miguel Bombarda. Para a tarde, uma paragem técnica no The Sandwich Room, o restaurante do chef Pedro Lemos e Joana Espinheira: o Stash. Visitar-se a Sé, o Centro Português de Fotografia, a Torre dos Clérigos, e pestiscar no Caldereiros, no Trasca ou no Porta O’Lado, sem nunca esquecer de se provar a francesinha. À noite, beber um copo na Garrafeira AMS ou no movimentado Candelabro.

No último dia, almoçar na Cervejaria Brasão, descobrir as ruas na Ribeira e atravessar a ponte de D. Luís I para Vila Nova de Gaia, com “uma vista incrível sobre o rio Douro”, e sugerem uma ida às adegas Sandeman ou Taylor. Assim como uma paragem no Armazém, um antigo armazém da Real Companhia Velha, que reúne agora arte, comércio, música e restauração.

Para ficar a dormir, recomendam o Mercador Guesthouse, na rua Miguel Bombarda, e o White Box House, na rua de Santa Catarina.

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Fonte: The New York Times - Travel