Choro de bebé, portas a abrirem sozinhas e banheiras cheias de água são alguns dos episódios difíceis de explicar.

Na segunda-feira, os Cleveland Cavaliers derrotaram os Thunder em Oklahoma, por 115-92, mas o destaque desse encontro foi mesmo para a péssima atuação da estrela Kylie Irving, que só esteve nove minutos em campo. As explicações do próprio para a sua exibição surgiram algumas horas depois: “A culpa foi do estranho hotel onde ficámos.”

O jogador dos Cleveland Cavaliers alega que só conseguiu dormir “três horas”, isto depois de encontrar “cinco gigantes percevejos” na sua cama às três da manhã. “Acordei e estava cheio de feridas”, salientou.

O hotel em causa é o Skirvin, da conceituada cadeia Hilton. E, diga-se, esta unidade está repleta de história, sobretudo com jogadores da NBA, que reconheceram ter vivido estranhos acontecimentos durante a sua estada em Oklahoma. Desde portas que se abrem sozinhas a armários que se fecham durante a noite, choro de bebés, ou mesmo banheiras que se enchem sem que ninguém abra as torneiras, muitas coisas foram relatadas por alguns dos craques da NBA ao longo dos últimos anos.

Lenda diz que mãe saltou com o filho de uma varanda. E agora assombraram o hotel.

Um dos jogadores que passaram por uma situação estranha foi Tim Duncan, uma das estrelas da competição e dos San Antonio Spurs. “Ouvi um bebé no quarto ao lado. Sem dúvida que havia algo ou alguém lá dentro. Não estranhei porque pensei que o quarto estava ocupado, por alguém que não um jogador. No entanto, no dia seguinte quando contei que havia muito barulho nesse quarto disseram-me que o mesmo esteve sempre vazio. É de dar em doido, mas tenho a certeza de que estava ali um bebé”, salientou Tim Duncan.

As lendas deste hotel reportam à sua fundação, nomeadamente quando o viúvo Skirvin, primeiro dono da unidade, teve uma relação com uma empregada e engravidou-a. Quando esta teve a criança, o homem terá fechado mãe e filho à chave num dos quartos. A mulher acabou por enlouquecer e saltou pela varanda com o filho nos braços. Desde então, o “fantasma” de Effie (nome da empregada) tem “aparecido” a alguns hóspedes. Numa das vezes a Eddy Curry, um ex-basquetebolista.

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Por Gonçalo Lopes/DN - Fotografias Direitos Reservados