Em maio, o utramaratonista português Carlos Sá vai tentar completar a travessia da Gronelândia, uma das mais duras provas do mundo. E das mais belas.

Em 2015 esteve inscrito mas desistiu porque achou que não estava preparado a nível físico e em termos de logística. Afinal trata-se de um percurso de oitocentos quilómetros com temperaturas que podem chegar aos quarenta graus negativos. Durante a noite, os participantes têm de dormir à vez, e com uma arma, para se proteger dos ursos.

Neste ano, Carlos Sá garante estar pronto para ultrapassar a ultramaratona que começa a 19 de maio e terá a duração de nove a dez dias. Travessia feita com a ajuda de esquis, trenó e apenas com um telefone de satélite e localizador de GPS.

Uma aventura que não está ao alcance de todos, se bem que não seja preciso ser-se ultramaratonista para explorar a maior ilha do mundo – excetuando a Austrália. Quem procurar uma viagem organizada, com hotéis, restaurantes e guia local, basta colocar 4270 euros de lado. O programa de dez dias, organizado pela Pinto Lopes Viagens, decorre entre 14 e 23 de junho. Nuuk, a capital, ou o fiorde de gelo de Ilulissat, Património da Humanidade, são alguns dos destinos.
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Por João Ferreira Oliveira - Fotografias Direitos Reservados