Primeiro vieram os povos do Sudeste Asiático, em 2500 a.C. Depois, os espanhóis do século XVI, a venda à Alemanha em 1899 e, na I Grande Guerra, os japoneses. Guerra Mundial seguinte, os americanos.

O que há de tão especial nestas duas centenas de ilhas? Muita coisa: praias de sonho, florestas verde-esmeralda, um fundo marinho para amantes de mergulho. Mas não são belezas naturais que fazem mover exércitos. Já a localização estratégica é assunto diferente.

Após três décadas como protetorado da ONU, na ressaca da II Guerra Mundial (travada sobre águas palauanas), Palau tornou-se independente em 1978. E criou uma constituição antinuclear que não havia de durar – afinal, estava em causa um tratado de livre associação com os EUA, que, além da defesa, viria a assegurar um dos setores-chave da economia local: a ajuda externa. Mas nem só de milhões americanos vive a nação. O turismo cresce a olhos vistos, com 160 mil visitantes em 2015 (num país com 21 mil habitantes). E potencial não lhe falta, geoestratégias à parte.

Palau
7°30’01”N 134°37’27”E

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Texto de João Mestre - Fotografias Direitos Reservados