Niue. Lê-se «níu-é» e significa algo como «eis o coco». O que não explica grande coisa, mas sempre é um acréscimo ao nada que se sabe sobre a ilha-nação de 1700 habitantes onde o wi-fi é gratuito.

A par do coco, entre as riquezas de Niue está a baunilha e o inhame, com a venda de selos e a ajuda externa neozelandesa a compor a economia local. A Nova Zelândia é também responsável pela política externa e defesa, ao abrigo de um pacto de livre associação em vigor desde 1974. Em «troca», os kiwis têm à disposição 260 quilómetros quadrados de paraíso que praticamente só eles sabem e onde fica.

Pode não haver praias de areia fina, mas há trilhos para caminhadas pela selva e um mar cristalino com visibilidade excecional para o mergulho. Tirando a ocasional aparição de baleias junto à costa, pouco se passa na aldeia-capital Alofi. Mas há tudo o que faz falta: restaurantes, um resort , supermercado, bares. E uma prisão que raramente tem uso – na qual, para folga do carcereiro, os presos vão passar o fim de semana a casa. Toda a gente merece um pedaço do paraíso.

Niue
19°03’22”S
169°55’16”W

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Texto de João Mestre - Fotografias Direitos Reservados