Depois uma ditadura militar que fechou as portas ao mundo entre 1988 e 2011, Myanmar tem tentado recuperar o tempo perdido. Fazer um cruzeiro no rio Ayeyarwady é uma das boas formas de descobrir (e ajudar) este país asiático.

Terra com uma riqueza natural, patrimonial e arquitetónica únicas, Myanmar (que muitos ainda se referem como antiga Birmânia) tem apostado no turismo para recuperar o tempo perdido.

Bagan, antiga capital do Reino composta por milhares de templos, é seu grande cartão-de-visita. Mas há muitos outros tesouros por descobrir. Como o rio Ayeyarwady, o mais longo curso de água do país, com um cumprimento de cerca de 2170 quilómetros quadrados. Nos últimos meses têm surgido cada vez mais passeios de barco e cruzeiros de luxo, mas, ainda assim, poucos terão a qualidade e a exclusividade do The Strand Ayeyarwady.

Cruzeiro em Bagan, no Myanmar (Birmânia)

Uma embarcação com capacidade para 56 passageiros, deck com piscina, restaurante exterior e spa. Faz passeios de três e de quatro dias, precisamente entre Bagan e Mandalay, a capital. Cerca de 150 quilómetros de uma Ásia ainda pouco explorada. Uma excelente forma de (re)descobir o país, mas de também ajudar à sua reconstrução. Como se não bastasse os tempos de ditadura, no passado mês de agosto um sismo de magnitude 6,8 danificou cerca de 180 templos em Bagan. Apesar de tudo, as autoridades locais não desistem da candidatura a Património da Humanidade da UNESCO, programada para 2017.

Bagan

Web: thestrandcruise.com
Preço: Disponível a partir de 2800 euros por pessoa, em regime tudo incluído

Texto de João Ferreira Oliveira – Fotografias Direitos Reservados

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