E se a República da Macedónia se transformar nos próximos anos num dos grandes destinos gastronómicos? Não perca tempo e descubra-a já.

Talvez seja especulativo e prematuro fazer uma pergunta destas, a verdade é que a gastronomia da Macedónia começa a ser olhada com grande interesse por parte de alguns chefs e jornalistas especializados. Algo paradoxal, até porque este país dos Balcãs encravado entre Grécia, Sérvia, Albânia, Bulgária e Kosovo nem sequer é uma primeira (nem segunda ou terceira) opção em termos turísticos. Talvez seja mesmo essa uma das razões. Um país recheado de história, património e natureza, entre eles o lago de Ocrida – com 358 quilómetros quadrados é o mais profundo dos Balcãs e um dos mais antigos do mundo – e a cidade com o mesmo nome, que é Património da Humanidade e vive ainda muito ligada às tradições.

Até 1991, a Macedónia fazia parte da Jugoslávia. Hoje, além da gastronomia, é um destino de natureza, com destaque para os lagos e as montanhas.

A comida tradicional, do campo, tem influência direta dos Balcãs, mas também grega e turca – fizeram parte do Império Otomano durante quase 500 anos. É a verdadeira slow food. Neste ano a agência local Intrepid Travel lançou mesmo um programa de dez dias que pretende dar a conhecer esta realidade. Começa na capital, Skopje, e acaba em Montenegro, outro país que vale a pena explorar em termos gastronómicos. As refeições estão, naturalmente, incluídas tendo a maioria delas lugar ao ar livre.

Não é necessário visto para entrar na Macedónia. Preço por pessoa a partir de 2000 euros. Tudo incluído, à exceção dos voos.

 

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