Fazer um safari de… camião. Se julga que safari é sinónimo de lodges luxuosos e gastar uma fortuna, pense outra vez. O luxo, esse fica por conta da natureza.

Fazer um safari e ver os big five (elefante, leão, leopardo, rinoceronte e búfalo) é um sonho que muitos acham nunca poder realizar. Se há viagens em que se pode ir de mochila às costas, de forma solitária, dormindo em hostels ou montando a tenda em qualquer canto, este não é o caso, até por questões de segurança. Convém que esteja tudo organizado ao detalhe, o que aumenta os custos. Por outro lado, safaris estão associados a lodges de luxo.

Mas há alternativas. E pode optar-se por um programa low-cost . Algumas empresas especializadas organizam aventuras a baixo custo. É o caso da Acácia. Chamam-lhe Camping Overland, um programa feito à medida daqueles que não se importam (até preferem) de acampar no meio da savana. E andar de camião, ou antes, uma espécie de todo-o-terreno gigante que chega a todo o lado. Dizem os organizadores que a aventura é dedicada a gente que tem entre 18 e 39, se bem que não haja limite de idade. A única condição é estar bem preparado fisicamente. E ter espírito de aventura e de grupo, até porque as refeições são preparadas a meias com os restantes participantes. O resto é com a organização. E com África.

Preço: São vários os pacotes disponíveis. Começam nos 525 euros. Um programa de 19 dias no Kruger Park (com passagens pela África do Sul, Suazilândia ou Lesoto) custa 982 euros. Com partida de Joanesburgo. Já uma aventura de 24 dias (com partida de Nairobi, no Quénia) e passagem pela Tanzânia, Malawai, Zâmbia ou Quénia fica por 1700 euros.

Texto de João Ferreira Oliveira – Fotografias Paulo Barata


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