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Para lá do arco-íris
Chamam-lhe «Garden Route». Aos cerca de oitocentos quilómetros que separam a Cidade do Cabo de Port Elizabeth, na província sul-africana do Cabo Oriental. Mas muito mais do que uma rota primaveril, a estrada sul-africana N2, que corre ao longo da costa do Índico, é o melhor caminho para descobrir um mundo desaparecido. Na reserva de Shamwari, que é como quem diz entre amigos.
Por Mónica Bello a 25 de Fevereiro de 2013
Garden Route
Garden RoutePor Orlando Almeida / Global Imagens
Uma chávena de café e uma mão-cheia de biscoitos secos e pouco açucarados são o suficiente para forrar o estômago àquela hora madrugadora. Pouco passa das cinco da manhã e os candidatos ao safari vão chegando a passo, sacudindo ainda o sono. O sol já vai alto, secando o planalto dos aguaceiros da noite, uma mancha verde brilhante sob o céu azul que enche os olhos para lá da varanda pendurada sobre o rio. O cheiro a terra húmida invade a casa com a promessa de mais um dia morno temperado a pingos de chuva.

Talvez seja a lembrança do rugido de leão que ecoa na noite, ou a cor de tijolo dos trilhos, ou o cantar desconhecido dos pássaros. Seja o que for, o mundo fica reduzido àqueles 25 mil hectares, a manadas de elefantes, famílias de leões, girafas curiosas, impalas ariscas, rinocerontes, zebras, búfalos, certos de que as obrigações domésticas estão bem entregues nas mãos do sul-africano Mzi, nome abreviado do anfitrião do Sarili Lodge, na reserva privada de Shamwari, que apesar de ter apenas três letras se pronuncia com dois estalidos de língua em xhosa – a arte linguística dos bosquímanos, de reprodução impossível para qualquer estrangeiro. E que piora quando se arrisca o nome completo, Mzuvumile Makaka, ou «filho bem-vindo», apenas ao alcance, talvez, de experimentados praticantes de beatbox.

O jipe desliza sobre a gravilha à saída do Sarili Lodge. Simon, um dos 35 rangers de Shamwari, carrega no acelerador para vencer a pequena rampa de terra batida e deixa-se escorregar para o outro lado. Uma descida suave, curva à esquerda, o trilho leva à travessia do rio Bushman que cruza a reserva para desaguar no mar, a pouco menos de uma centena de quilómetros. Mais uma descida, mas é preciso parar, ficar à espera de que os elefantes desimpeçam o caminho, enquanto vão saboreando pachorrentamente rebentos dos arbustos circundantes. Finalmente satisfeitos, seguem pelo leito quase seco do rio – talvez sejam os mesmos elefantes que umas horas mais tarde irão passar à vista da varanda de Sarili, à hora do farto e delicioso pequeno-almoço que se segue ao primeiro safari do dia. Simon aproveita para parar também no meio do leito de areia seca do rio. É uma boa oportunidade para ficar a saber quem mais passou por aqui. O rasto de leopardo é bem visível e deve ser das poucas coisas – a par do birdwatching – que conseguem desmanchar a fleuma britânica deste sul-africano que largou o marketing para se dedicar ao estudo e à conservação da natureza. «Lovely», suspira o ranger, levantando-se para descobrir logo de seguida dois olhos de hipopótamo que espreitam, curiosos, das águas do Bushman a umas dezenas de metros.

Publicado na revista em: Setembro de 2011
Há 22 anos, quando o empresário sul-africano Adrian Gardiner andava à procura de uns palmos de terra para construir uma casa de fim de semana, a paisagem que a vista consegue alcançar estava dividida em quintas de fraca produção agrícola e pastos para rebanhos de ovelhas. Uma seca prolongada, aliada à exploração abusiva de décadas, começava a cobrar o devido preço aos agricultores. Há quase século e meio que toda a vegetação e fauna originais tinham desaparecido da face daquela terra, dizimadas pela ocupação dos colonos. Mesmo assim, a paisagem encantou Gardiner, que acabou por comprar uma quinta com cerca de 1300 hectares, num vale a 45 minutos de Port Elizabeth, onde sobreviviam alguns babuínos e uns magros antílopes e se erguia um refúgio de caça abandonado – hoje transformado nas cinco suites de luxo que constituem Lobengula Lodge, um dos sete tipos de alojamento disponíveis em Shamwari.

Talvez devido à tentação inerente a qualquer empresário que se preze, expandir passou, desde logo, a fazer parte dos planos de Gardiner. Três anos depois, os seus domínios estendiam-se já por sete mil hectares e transformara uma mansão em ruínas, construída em 1910 – Long Lee Manor –, num pequeno hotel. Shamwari dava os primeiros passos, seguindo-se o decisivo: o encontro entre Gardiner, o homem de negócios, e o sul-africano Ian Player, consagrado defensor da natureza e da vida selvagem. O empresário não esqueceria esse momento: «Foi então que todos os meus problemas começaram», lembraria mais tarde, com humor. O sonho de Gardiner, transformado entretanto em obsessão, de reintroduzir os animais selvagens e fazer renascer o ecossistema que os sustenta no Cabo Oriental, ia tornar-se realidade. A paisagem foi replantada e as terras preparadas para voltarem a sustentar os grandes predadores e todos os outros animais da selva que já não se viam por aqui há século e meio. O resultado desse esforço é bem visível hoje, duas décadas depois, nos 25 mil hectares de Shamwari. Aqui moram, de novo, os famosos big five – leões, elefantes, búfalos, leopardos e rinocerontes – e todos os outros animais que se espera encontrar em África, das gazelas às águias, dos hipopótamos às girafas. E aqui se encontram seis dos sete ecossistemas da África do Sul, fazendo da reserva um destino para botânicos de todo o mundo. John Travolta, Tiger Woods e Virginia McKenna – a atriz do clássico Uma Leoa Chamada Elsa (Born Free, no original), entre outras celebridades, são hóspedes regulares em Shamwari e parecem ser da mesma opinião: a reserva garante-lhes privacidade, segurança, conforto e tudo o que esperam de um safari em África, ainda por cima numa região livre da praga da malária. Virginia e o marido, o ator Bill Travers, encontraram também aqui o local ideal para instalar o santuário para leões e leopardos da sua Fundação Born Free, que se dedica a salvar animais em perigo – abandonados ou maltratados em jardins zoológicos obsoletos ou circos ambulantes. Moram numa zona especial em Shamwari, e os atuais dez animais que encontraram aqui refúgio chegaram da Roménia, da Grécia, do Sudão e do Mónaco. O leopardo é, provavelmente, o animal mais difícil de encontrar em Shamwari. Solitário e de poucos amigos, é preciso um esforço de equipa entre os rangers e guardas da reserva para fazer a vontade aos turistas. O alerta chega por rádio e Simon afunda o pé no acelerador trilho abaixo. Não é oportunidade que se perca, mas as zebras e impalas que pastam pachorrentamente pelo caminho limitam-se a levantar a cabeça, curiosas.

Publicado na revista em: Setembro de 2011
Ainda não seria desta. O leopardo iria dar um ar da sua graça apenas quando lhe apetecesse – no dia seguinte, sob um céu enevoado a prometer chuva. Depois da chuva, viria de novo aquele cheiro bendito a terra regada. O gin tonic ou uma caneca de café servidos sobre o capot do jipe ao pôr do Sol, a lareira em Sarili depois do jantar, o rugido do leão a pontuar o sono. Pode desejar-se mais? Por incrível que pareça, pode. Shamwari será o destino maior, mas não o único, nesta rota com o nome «jardim» e que sai da Cidade do Cabo para percorrer mais de oito centenas de quilómetros até Port Elizabeth e um pouco mais além, na província do Cabo Oriental. Considerado em tempos uma das regiões mais pobres da África do Sul, o território (quase duas vezes a área de Portugal Continental) conta hoje com mais de trinta parques nacionais e reservas privadas – da região semiárida do Karoo onde ficam as Sneeuberge, ou montanhas de neve, às florestas tropicais do Parque Tsitsikamma, junto ao Índico, passando pela paisagem de colinas ondulantes que se estende para nordeste até ao KwaZulu Natal. Oito centenas de quilómetros podem parecer muito, mas este troço da N2, a longa e importante estrada de 1500 quilómetros que segue quase sempre paralela ao Índico desde a Cidade do Cabo até Ermelo, no Mpumalanga, atravessando quatro das nove províncias da África do Sul, faz-se bem em duas etapas, embora o ideal talvez seja ficar a dormir duas noites pelo caminho. Há pequenas cidades onde vale a pena parar para esticar as pernas e ver as vistas, recantos que merecem uma visita – mesmo que seja de médico – de quem tem uma alma lusa.

Publicado na revista em: Setembro de 2011
É o caso da pequena cidade de Mossel Bay, por exemplo, ou Aguada de São Brás, como lhe chamaram os marinheiros portugueses, onde Bartolomeu Dias desembarcou em fevereiro de 1488 depois de dobrar o então cabo das Tormentas. A menos de quatrocentos quilómetros da Cidade do Cabo, o desvio da N2 é de minutos e impõe-se a visita ao pequeno museu que tem o nome do  navegador e onde está guardada a réplica da caravela que zarpou de Lisboa para comemorar os quinhentos anos da viagem épica. Quanto mais não seja, a vista do jardim sobre o mar é inspiradora e ainda se descobre a árvore centenária que serviu de marco de correio aos marinheiros portugueses nas viagens de ida e de torna da Índia – talvez não seja a mesma, mas a história, apesar de tudo, é verdadeira.

Mossel Bay fica a meio caminho entre a Cidade do Cabo e Port Elizabeth. Poucos quilómetros mais à frente, o local ideal para passar a noite chama-se Wilderness, no Views Boutique Hotel, empoleirado na arriba sobre a praia, ou no Lake Pleasant Living, com vista para um dos grandes lagos que marcam a paisagem antes da chegada a Knysna. Famosa pelas ostras e tida como das mais bonitas do país, a pequena cidade rodeada de florestas foi plantada entre o Índico e as montanhas Outeniqua, estendendo-se em volta do estuário do rio com o mesmo nome que desagua no mar entre dois maciços de arenito: The Heads, de onde a vista é deslumbrante e irresistível para muito boa gente – como Michael Douglas, por exemplo, que tem aqui casa de férias.

Publicado na revista em: Setembro de 2011
Antes de sair do Cabo Ocidental e entrar no Cabo Oriental, segue-se Plettenberg Bay – ou «Formosa», como lhe chamaram os portugueses quando lhe puseram
os olhos em cima –, mais uma das estâncias de férias preferidas por estas bandas. Até Port Elizabeth faltam ainda quatro centenas de quilómetros e mais algumas paragens para descansar da estrada. Vale a pena um pequeno desvio para almoçar entre videiras no restaurante do Bramon Wine Estate, em The Crags, parar na ponte Bloukrans para espreitar o maior bungee jump comercial do mundo (216 metros) e entrar no Parque Nacional do Tsitsikamma, descendo até à foz do Storm’s River. Em agosto, não é preciso muita sorte para ficar a ver passar as baleias.

Se o destino for a reserva privada de Shamwari, continue pela N2 e deixe Port Elizabeth para trás, rumo a Grahamstow, a cidade universitária sul-africana. Mas depois de Port Elizabeth também pode mudar de rumo e apanhar a R72. Entre Port Alfred e East London encontra-se o Oceana Beach & Wildlife, que combina animais selvagens com praia – um areal deserto de sete quilómetros, onde se chega de jipe apenas para evitar a surpresa de uma investida de um búfalo ou de um rinoceronte mais curiosos. Paz e sossego são as palavras que caraterizam este refúgio de seiscentos hectares sobre dunas gigantes, onde o vento morno e o azul do Índico convidam a banhos – embora sem grandes aventuras, já se sabe que pode espreitar o tubarão – e a grandes caminhadas na areia.

Vale a pena esticar o passeio na praia até ao pôr do Sol e acabar o dia em beleza no deck de madeira pendurado sobre as dunas – a petiscar aperitivos devidamente regados ou a fazer apenas horas para o jantar. Ao longe, à flor da rebentação, lá estão os recifes, uma barreira que se estende ao longo de grande parte da costa sul-africana e que atraiçoou tantos pilotos portugueses. Debruçados no varandim, a última luz do dia a desaparecer, não é fácil imaginar o suplício dos 280 náufragos da São João Baptista que pisaram estas areias há quase quatrocentos anos, praticamente no início de uma longa marcha de 1500 quilómetros até Sofala, onde apenas 31 homens conseguiram chegar com vida. Para sul e para norte, ainda há quem encontre vestígios dessa história portuguesa trágico-marítima: bocados de porcelana chinesa, restos de acampamentos, minúsculas contas cornalinas, alguns canhões apontados ao mar. Restos de impérios sonhados e há muito desaparecidos, como as pegadas dos turistas caminhantes que a maré-cheia levará durante a noite e os ventos apagarão da crista das dunas. No dia seguinte tudo voltará ao devido lugar.

Publicado na revista em: Setembro de 2011
Infelizmente, também falta pouco para o dia do regresso. Mas é sempre desejável que as viagens acabem em beleza. A chuva volta a cair no percurso de estrada, revelando um bom augúrio. Uma nuvem de vapor de água eleva-se do alcatrão quente e um arco-íris atravessa o céu de um lado ao outro.

A cereja sobre o bolo fica em Port Elizabeth, «cidade amigável» ou «cidade ventosa», como também lhe chamam. Shamwari Townhouse, com uma dezena de luxuosas suites, é uma moradia art déco, resultado de mais uma paixão de Adrian Gardiner, e fica num dos melhores bairros da cidade, o Summerstrand. Restaurada por dentro e por fora, apetece sentar em cada cadeira e sofá, gozar a sombra fresca da varanda do quarto, deambular ao acaso pelos corredores a contemplar a arte contemporânea sul-africana. Um passeio marítimo fica a dois passos e as últimas compras estão ao virar da esquina, num centro comercial a céu aberto, a três quarteirões de distância que se percorrem preguiçosamente a pé.

É sempre difícil a despedida, mesmo que fique a intenção de voltar. Voltar à lareira de Sarili, às noites na varanda do Oceana marcadas no horizonte pelas luzes das traineiras na faina da lula, ou para seguir mais além, na N2 até à «costa selvagem» – que se segue à Garden Route –, quatrocentos quilómetros de natureza em estado ainda puro entre as cidades de East London e Port Edward.

Sem pressas. Uma outra viagem, que apetece inspirar nas palavras do conservacionista Ian Player e que podem ler-se em Shamwari, Soul of the Earth, da jornalista Heather Drugmore (The Mantis Group, 2010): «Assim começou a minha viagem à alma africana, uma viagem que não é medida pelo calendário ou pelo relógio, mas pelo peixe, a águia e o hipopótamo.» Ou pelos últimos raios de sol a cair sobre o Bushman. Até que voltemos a encontrar-nos no país daquele arco-íris. Hamba Kahle. Fiquem bem.

Publicado na revista em: Setembro de 2011

GUIA DE VIAGEM

COMO IR
A South African Airways (www.flysas.com) voa para a Cidade do Cabo a partir de 1209 euros. Depois do passeio de carro até Port Elizabeth, pode regressar para a Cidade do Cabo por estrada ou de avião, com a mesma companhia, por 78 euros.

METEOROLOGIA
As estações do ano na província do Cabo Oriental são pouco dadas a extremos, com temperaturas entre 7° C e 20° C no inverno e de 16° C a 26° C no verão. Mais informações em news.bbc.co.uk/weather.

FUSO HORÁRIO
GMT + 1 hora (verão) ou 2 horas (inverno)

PORTA-MOEDAS
A moeda local é o rand sul-africano, que corresponde a 0,103 euros (1 euro = 9,72 rands). Há máquinas ATM em todas as cidades e as lojas e restaurantes aceitam cartões de crédito ou com
tecnologia electron. Um café expresso custa 16 rands (pouco mais de 1,60 euros) e uma imperial num pub cerca de três euros.

COMO SE DESLOCAR
Alugue um carro na Cidade do Cabo (cerca de 45 euros por dia) e percorra os oitocentos quilómetros de costa da Garden Route até Port Elizabeth. Pode pernoitar pelo caminho. Não se esqueça da carta de condução internacional. E lembre-se de que aqui se conduz à esquerda.

ONDE FICAR

Victoria & Alfred Hotel
Na primeira linha da marina da Cidade do Cabo, junto a restaurantes, bares e lojas, com vista para a Table Mountain. A partir de 380 euros por noite, com pequeno-almoço.

V & A Waterfront
Cidade do Cabo
Tel.: (+27 21) 419 66 77
www.vahotel.co.za

Lake Pleasant Living
Seis villas e vinte suites de luxo com vista para o lago , para pernoitar e ganhar balanço para o resto da viagem. A partir de 150 euros por noite, com pequeno-almoço.
N2, entre Knysna e Sedgefield
Tel.: (+27 44) 349 24 00
www.lakepleasantliving.com

Publicado na revista em: Setembro de 2011
Shamwari Game Reserve
A 75 quilómetros de Port Elizabeth, a reserva privada de Shamwari oferece sete tipos de alojamento – desde os especialmente pensados para crianças, até tendas de luxo, passando por lodges para famílias ou grupos. Nos 25 mil hectares deste santuário de vida selvagem é possível ver os big five (elefantes, leões, búfalos, leopardos e rinocerontes). A partir de 495 euros por noite, por pessoa, com tudo incluído (safari também).

N2, entre Port Elizabeth e Grahamstown
Tel.: (+27 41) 407 10 00
www.shamwari.com

Oceana Beach & Wildlife Reserve
O luxo do sossego encontra-se aqui, nas suites do Oceana penduradas numa duna gigante sobre a praia deserta privada de sete quilómetros. É possível dar passeios de jipe nos seiscentos hectares da propriedade para ver girafas, rinocerontes ou búfalos. A partir de 470 euros por noite, por pessoa,
com tudo incluído (safari também).

R72, entre Port Alfred e East London
Tel.: (+27 83) 616 06 05
www.oceanareserve.com
 
Shamwari Townhouse
Nove suites e uma suite presidencial fazem desta moradia art déco renovada a casa ideal para passar os últimos dias no Cabo Oriental. A partir de 175 euros por noite, com pequeno-almoço.

5, Brighton Drive, Summerstrand
Port Elizabeth
Tel.: (+27 41) 407 1000
www.shamwaritownhouse.com


RESTAURANTES E BARES

Pigalle
Ostras, mexilhões, lagostins, presunto e enchidos, entre outras iguarias.
Preço médio por pessoa: a partir de 45 euros.
57A, Somerset Road, Green Point
Cidade do Cabo
Tel.: (+27 21) 421 48 48
www.pigallerestaurants.co.za

Publicado na revista em: Setembro de 2011
Bramon Wine Estate
Mesas entre as videiras para provar vinho, queijo, carne, peixe fumado e pão caseiro, regados com o tinto desta quinta.
Preço médio por pessoa: a partir de dez euros.
N2, The Crags, Plettenberg Bay
Tel.: (+27 73) 833 81 83
www.bramonwines.co.za

Shamwari Townhouse
Experimente o carpaccio de avestruz e aventure-se na coxa de kudu.
Preço médio por pessoa: a partir de vinte euros.
5, Brighton Drive, Summerstrand
Port Elizabeth
Tel.: (+27 41) 407 10 00
www.shamwaritownhouse.com

GUIAS DE VIAGEM
África do Sul, American Express
A History of South Africa,
de Frank Welsh, Harper Collins

NA INTERNET
www.pe.org.za
www.sa-venues.com/eastcape.htm
www.sa-venues.com/accommodation/ec_game_lodges.htm

AGRADECIMENTOS
A Volta ao Mundo agradece à Across, à South African Airways e à Mantis Collection o apoio na realização desta reportagem.
www.across.pt
www.flysaa.com
www.mantiscollection.com

Publicado na revista em: Setembro de 2011
Comentário
Marta escreveu...
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VM 238 Agosto 2014
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