José Luís Peixoto

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José Luís Peixoto

O ringue, a cidade: uma crónica de José Luís Peixoto

Em cantos opostos, nos intervalos entre rounds, colocavam-se bancos velhos de pau para os lutadores. Esses bancos eram pousados dentro de uma grande tina...
Crónica de José Luís Peixoto

Janelas fechadas: uma crónica de José Luís Peixoto

Vou no banco de trás, não estou atento à estrada, não ouço as conversas das pessoas que vão comigo na carrinha. Não sei se...
Crónica de viagens de José Luís Peixoto - Volta ao Mundo

Dois homens nus: uma crónica de José Luís Peixoto

Às segundas‑feiras, há pouca gente nos banhos públicos de Tbilisi. Explicaram‑me que, na secção dos homens, as maiores enchentes são nas manhãs de sábado...
José Luís Peixoto

Os primeiros e os últimos: uma crónica de José Luís Peixoto

Colados uns aos outros, avançam pelo corredor do avião o mais depressa que conseguem. Têm uma angústia gravada no rosto, parente do pânico, olham...
José Luís Peixoto, revista Volta ao Mundo

Uma crónica de José Luís Peixoto no Cairo

Zamalek Dizem que há um código para as buzinadelas. Se for apenas um toque breve, dois toques breves, se deixarem a mão pousada sobre a...

Rivera: uma crónica de José Luís Peixoto

Na entrada da cidade, as bermas da estrada estão cheias de grupos de pessoas sentadas em cadeiras de campismo. Tomam mate, seguram termos debaixo...
josé luís peixoto

O último olhar antes de sair para sempre – José Luís Peixoto

As malas com que regresso a casa são sempre mais pesadas do que aquelas com que parti. Depois de arrumá-las e de conseguir fechá-las,...

“Os livros que viajam”, uma crónica de José Luís Peixoto

Uma crónica de José Luís Peixoto. Todos os meses, nas páginas da revista Volta ao Mundo.
"Viajar é uma decisão que toca em tudo o que constitui a vida"

“Viajar é um sinónimo direto de viver”: uma crónica de José Luís Peixoto

Perder e ganhar ao mesmo tempo Com boas intenções, avisam-nos que temos de ir o mais depressa possível. Tens de ir a Cuba antes que...
José Luís Peixoto crónica: «Acredito que o meu pai valorizava esse tempo, esses quilómetros que partilhávamos no carro»

O que falta, o que temos: uma crónica de José Luís Peixoto

Quanto falta para chegarmos? Falta pouco, respondo aos meus filhos. E fazemos um jogo em que, à vez, pensamos em qualquer coisa e, fazendo perguntas...

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