Já imaginou quais serão os objetos mais estranhos que os passageiros deixam num avião?

O Centro de Bagagem Não Reclamada, em Alabama, Estados Unidos, é um armazém de 40 mil metros quadrados, que funciona como uma loja onde pode comprar milhares de objetos que os passageiros deixaram na bolsa do banco da frente ou que as companhias aéreas não conseguiram devolver aos seus donos. O Centro armazena entre 500 a 700 objetos todos os dias, através de um contrato com a maioria das grandes companhias aéreas dos Estados Unidos.

«Recebemos muitos tablets e e-readers», diz a porta-voz Brenda Cantrell, que trabalha há 19 anos na empresa, «mas nunca se sabe o que vamos encontrar: já recebemos caveiras e objetos tribais. Não me surpreendo com o que chega, mas tenho certeza de que muitas pessoas ficariam chocadas».

Algumas das coisas mais estranhas que chegaram à loja foram um uniforme West Point da década de 1930, um xilofone de Neil Diamond, um foguete com quatro metros de comprimento, uma lápide inteira e um porta-moedas feito de um sapo verdadeiro.

Em relação a peças luxuosas, foram perdidos um Rolex avaliado em 64 mil dólares, peças usadas num desfile da Versace e uma esmeralda de 40 quilates.

«Certa vez, recebemos uma mala cheia de roupa que deveria pertencer a um estilista de celebridades, já que lá dentro encontrámos várias fotografias de estrelas como Rihanna ou as irmãs Hadid, que usavam essas mesmas roupas», diz Brenda Cantrell.

À loja chegam, todos os anos, inúmeros vestidos de noiva – incluindo alguns da designer Vera Wang: «Nunca chegamos a saber se o vestido estava a caminho do casamento ou no regresso a casa».


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