O avião é considerado um dos meios de transporte mais seguros, mas é também conhecido como um poço de germes e bactérias – e essas podem mesmo arruinar umas férias ou o regresso a casa.

Mas há outras superfícies cobertas de bactérias onde possivelmente pode tocar mesmo antes de chegar à porta de embarque. Durante a temporada das festas de fim de ano, a insuranceQuotes – um site de seguros sediado no Texas – realizou 18 testes em seis superfícies diferentes dos três principais aeroportos dos Estados Unidos com o objetivo de descobrir que germes se podem encontrar e qual a razão para lá persistirem.

Foram retiradas amostras de locais como bebedouros de água disponíveis nos aeroportos e apoios dos bancos de avião. Depois de recolhidas, as amostras foram enviadas para um laboratório para saber o número médio de células bacterianas e fúngicas e de Unidades Formadoras de Colónias (UFC) de bactérias por centímetro quadrado.

Chegou o momento da verdade: o local mais contaminado do aeroporto não é a casa de banho. As máquinas automáticas de check-in, apesar de serem uma ótima ajuda para poupar tempo, são também as superfícies com mais bactérias – estão 200% mais infetados por germes do que as sanitas de sua casa.

De acordo com o estudo, os ecrãs das máquinas tinham 253,857 UFC, em comparação com uma média de apenas 19,881 UFC dos botões dos bebedouros de água, ou 172 UFC nos assentos das sanitas das casas de banho públicas.

Já sabe, o melhor é levar consigo uma embalagem de desinfetante.

Sabe qual é o sítio mais sujo de um avião? Não é a casa de banho


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