Air Macau inaugura quinta ligação para Pequim-Daxing
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O aeroporto internacional de Macau deve chegar este ano ao recorde de 8,7 milhões de passageiros, informou hoje a empresa que gere a infraestrutura (CAM).

Em 2018, o aeroporto tinha registado um aumento de 15 por cento, em comparação com o período homólogo, para um total de 8,26 milhões de passageiros.

Os números foram avançados à imprensa depois da reunião anual da assembleia-geral da CAM, que obteve no ano passado receitas brutas de 1,56 mil milhões de patacas (171,8 milhões euros) e lucros líquidos de 435 milhões de patacas (47,9 milhões de euros).

Além do número de passageiros, a empresa prevê, em 2019, o envio de 43,8 mil toneladas de carga e 69 mil movimentos de voos.

O presidente da assembleia-geral da CAM, Charles Lo Keng Chio, atribuiu as previsões «às mudanças das indústrias» e aos resultados obtidos no primeiro trimestre, período em que o volume de passageiros cresceu 16 por cento em termos anuais.

Chio indicou ainda que a ampliação do terminal de passageiros sul do aeroporto, prometida na sequência do desenvolvimento sustentável da infraestrutura, deverá arrancar no segundo trimestre deste ano, prevendo-se a conclusão em 2020.

Atualmente existem 27 companhias aéreas a operar no aeroporto, ligando Macau a mais de meia centena de destinos.

Questionado sobre a possibilidade de uma companhia aérea operar um voo direto do território para a Europa, num futuro próximo, o responsável considerou que «beneficiaria Macau», mas que tal «não depende apenas da vontade da empresa».

«Esse é o nosso desejo, mas não depende só de nós (…) Estamos a planear negociar com agências de turismo, na tentativa de angariar clientes e promover voos semanais», disse.

Em 2018 passaram a operar no aeroporto seis novas companhias aéreas: a Small Planet Airlines, a Royal Air Charter Service, a Cambodia Airways, a KC International Airlines e a Zhejiang Loong Airlines.

Também no ano passado, o aeroporto de Macau adicionou dez novas rotas internacionais, incluindo Sanya, Qingdao, Xian e Kunming (China), Phuket e Krabi (Tailândia), Kota Kinabalu (Malásia), Tuguegarao e Cebu (Filipinas) e Taegu (Coreia do Sul).

Lusa

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