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O forasteiro debutante corre sempre o risco de se deixar maravilhar com a beleza do óbvio. Esse risco é tanto maior quanto maiores são os atrativos. É o caso da Beira Baixa: conhecê-la é, antes de mais, um exercício que requer o melhor dos nossos cinco sentidos, sob pena de não a desfrutarmos como ela merece. Seja bem-vindo à primeira de 12 viagens por um território encantatório. O forasteiro debutante corre sempre o risco de se deixar maravilhar com a beleza do óbvio. Esse risco é tanto maior quanto maiores são os atrativos. É o caso da Beira Baixa: conhecê-la é, antes de mais, um exercício que requer o melhor dos nossos cinco sentidos, sob pena de não a desfrutarmos como ela merece. Seja bem-vindo à primeira de 12 viagens por um território encantatório.

É mandatório partir para esta viagem com os cinco sentidos em sentido, sob pena de chegarmos ao fim da caminhada sem perceber o que a caminhada nos ofereceu. Não se trata apenas de olhar – é preciso olhar com olhos de ver. Não se trata apenas de ouvir – é preciso escutar para lá do primeiro ruído. Não se trata apenas de tocar – trata-se de sentir o que o toque devolve. Não se trata apenas de cheirar – é importante que o que sobe pelas narinas vá formando perenes camadas de prazer. Não se trata apenas de provar – relevante é que as pupilas gustativas transformem o sabor em memória. Se não estivermos dispostos a exigir aos cinco sentidos que permaneçam vigilantes, não vale a pena conhecer a sub-região da Beira Baixa.

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