Destinos tranquilos, misturar-se com os locais, sem correrias e sem relógio, lugares onde os empregados sabem o seu nome... Em suma, viajar sem stress e, de preferência, regressar menos cansado do que antes de partir; pelo menos mais relaxado. Esta é a ideia subjacente ao conceito slow travel.

Tudo começou como um movimento de evolução inspirado no século XIX, através de escritores de viagens europeus como Théophile Gautier, que reagiu contra o culto da velocidade. Mais tarde foi usado como argumento de que, muitas vezes, o prazer e o potencial da viagem são perdidos pela antecipação da chegada. A IMS Consulting, empresa especializada na indústria do turismo, registou o nome e oferece sob a marca slow travelling quatro conceitos de hotéis – Spiritual Retreats, Urban Jewels, Gourmet Temples e Luxury Adventure – para gostos e propósitos diferentes, mas sempre com a mira apontada a viajantes exigentes. Comum a todos eles o requinte e o ideal de uma estada inesquecível à la carte.

Destrinçando conceitos, os Spiritual Retreats englobam hotéis de sonho onde o tempo para e somos transportados para uma outra dimensão de bem-estar; já os Urban Jewels são pérolas em grandes cidades que primam por um atendimento personalizado e criam mesmo tendências; por sua vez, os Gourmet Temples estão associados a uma referência gourmet e a um chef; last but not least, os Luxury Adventure estão implantados em locais recônditos, onde aventura e luxo andam de mãos dadas. Para mais informação consulte ims-consulting.net.

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