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Mário Augusto, homem do cinema e da comunicação, recorda a ida aos Antípodas. E como parecia que estava num filme de Peter Jackson. O jornalista conta-nos como foi ir à Terra Média.

Nova Zelândia

Nos confins da Terra Média

Há lugares por onde não se passa, vai-se lá. São lugares longínquos que guardam uma certa magia que nos persegue a imaginação, é como um mapa de tesouro que nos aparece descrito num filme, num livro, na vontade de conhecer mundo. Para os cinéfilos, a Nova Zelândia é hoje o país de O Senhor dos Anéis, do Hobbit, é um segredo intencionalmente mal guardado e bem promovido, pela descoberta dos verdadeiros lugares da Terra Média. Desse distante país aprendemos a dizer que fica longe, mesmo nos antípodas. Da memória de criança lembro-me de me dizerem na aula de Geografia que, se furarmos a bola até ao outro lado desta mancha azul, matizada de branco e verde a que chamamos Terra, vamos lá ter direitinhos. A Nova Zelândia junta todas essas cores do planeta num país de muito espaço para apenas 4,5 milhões de habitantes. É distante e precisa de tempo para ser visitada, fica para lá daqueles mares por onde Magalhães também andou cem anos antes sem ter descido tanto.

Para lá chegar, o jornalista levou 22 horas entre voos e ligações. Sim, o jet lag.

 

Leia a reportagem completa na edição de julho.

 

Este mês connosco
Mário Augusto – O senhor do cinema
Nasceu em março de 1963 e é jornalista desde os 23 anos. Colaborou em diversas publicações, como o Comércio do Porto, o Sete ou a revista Sábado. Apaixonou-se pela rádio, passando por Comercial, Renascença, Antena 1, Antena 3 e Rádio Nova. Estreou-se em televisão através dos programas infantis da RTP (começou em 1985), tendo também sido assistente de produção de vários projetos no Monte da Virgem. Fez parte da equipa que fundou a SIC, na delegação do Porto, e tem-se notabilizado pelas entrevistas às maiores estrelas de Hollywood e do cinema europeu. Destaque ainda para as grandes reportagens que fez no Brasil e nos EUA. Em 2010 voltou à RTP e é hoje o apresentador do magazine Janela Indiscreta. Na manga já tem a sua primeira curta-metragem, mas enquanto não chega, aceitou o convite da Volta ao Mundo para recordar a viagem à Nova Zelândia.

 

Texto de Mário Augusto
Ponto de vista da edição de julho 2015 - n.º 249