Paris é uma das cidades mais visitadas em todo o mundo. A “Cidade Luz” é um dos mais bonitos e românticos lugares do mundo.

O bairro de Saint-Germain-de-Près é provavelmente uma das zonas mais giras e típicas de Paris. Explorar este local dá nos a garantia de entretenimento, diversão e enriquecimento cultural. Na Paris de Saint-Germain-des-Prés os desiludidos românticos e os amorosos ressacados também ficam com os seus males espantados. Damos-lhe aqui uma preciosa ajuda, selecionando cinco locais de passagem obrigatória:

Les Deux Magots
Em Saint-Germain-des-Prés as principais atrações são os cafés literários. Em especial o Les Deux Magots e o Café de Flore. O Les Deux Magots tem a qualidade muito própria de ter ficado suspenso no tempo. Os seus empregados «velha escola», a sua sala longa e de classicismo impenetrável marcam uma entrada numa terra temporal da Paris da década de 1930, tal como acontecia a Owen Wilson em Meia-Noite em Paris, de Woody Allen.

Hôtel Pont Royal
Um hotel com cinco estrelas low profile com carisma e que se integra na suavidade da paisagem. Logo à chegada, fotografias de escritores que frequentaram esta unidade. Não é mesmo nadinha cliché dizer que a brisa que sopra em Saint-Germain-des-Prés tem fragrância intelectual…

Café de Flore
Ainda mais mediatizado pela sua aura literária é o Café de Flore, o café preferido de Sartre, Camus e Simone de Beauvoir. Hoje, não há lastro de fantasmagoria literária, mas no menu surgem referências aos vultos que no pós-Segunda Guerra Mundial fizeram a fama do café.

Explorar este local dá nos a garantia de entretenimento, diversão e enriquecimento cultural. Na Paris de Saint-Germain-des-Prés os desiludidos românticos e os amorosos ressacados também ficam com os seus males espantados.

Emporio Armani Café
Dentro de uma loja de roupa de designer está uma das pérolas do criador gastronómico Massimo Memory, um restaurante requintado que se aliou ao mundo da moda. Comida italiana o menos manipulada possível.

Les Beaux Arts
Visitar as Belas-Artes de Paris é entrar dentro do espírito artístico da margem sul da cidade. A personificação de um ideal de artes da Rive Gauche está cá toda. Entra-se pelo largo na Rue Bonaparte e há logo estudantes no átrio a pintar com aquele panache artístico. Depois, explora-se e vemos arcadas e salas amplas. Há uma ligeira degradação, mas sentimos o peso do tempo e isso dá um charme que não se explica. No museu Palais des Études costuma haver sempre exposições, uma ala lindíssima.

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