Lémures e paisagens de Madagáscar, eis a viagem de uma vida. É organizada pela Atlas Obscura, uma (outrora) empresa de guias de viagem.

O lémur é um daqueles animais que fazem parte do nosso imaginário – muitos lembrar-se-ão, certamente, do lémur com sotaque africano, no filme de animação Madagáscar – e pode ser visto nos jardins zoológicos um pouco por todo o mundo, mas no seu habitat natural só existem em… Madagáscar.

Mais de cem espécies no total, duas dezenas delas ameaçadas. Um património único, se bem que a maior ilha africana e uma das maiores do mundo (mais do dobro do tamanho da Grã-Bretanha) tem uma fauna e uma flora que vão muito para além deste animal. O baobá, árvore tipicamente africana, é outra das suas imagens de marca, com sete espécies diferentes. Baleias? Também há. É por aqui que vai andar uma equipa da Atlas Obscura, entre 27 de maio e 8 de junho, juntamente com um pequeno grupo de aventureiros.

Ainda há vagas, mas não se deixem enganar pelo tempo que falta para a viagem, pois os programas costumam esgotar. A empresa até há bem pouco tempo dedicava-se a fazer guias reconhecidos precisamente por recomendaram sítios e experiências que não apareceriam em mais lado nenhum. Serão 13 dias de aventura, com direito a pôr do Sol na Avenida dos Baobás, visita ao parque nacional Tsingy de Bemaraha (conhecido como a maior floresta de pedra do mundo) ou nadar nas piscinas naturais do Parque Nacional de Isalo. E mais uma série de segredos (nada obscuros) que só divulgarão no local.

PREÇO: Custa 3400 euros por pessoa. Inclui alojamento, refeições e viagens de avião dentro da ilha. Bilhetes até Madagáscar não incluídos.
>> atlasobscura.com/unusual-trips

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