Foto: Jonathan Nackstrand/AFP

Aquele que será o maior navio de cruzeiro de sempre está prestes a ser concluído e vai sair para o mar já no próximo ano.

O “Icon of The Seas” (“Ícone dos Mares”), da companhia Royal Caribbean, encontra-se em fase final de ajustes e testes no estaleiro de Turku, na Finlândia.

Com uma gigantesca cúpula de vidro que cobre parte da secção frontal, a embarcação tem mais de 20 decks, poderá transportar cerca de 10 mil passageiros e contará com atrações únicas, como enormes parques aquáticos coloridos, sete piscinas ou uma pista de patinagem no gelo.

O “Icon of The Seas” tem um peso de 250.800 toneladas e mede cinco vezes o tamanho do Titanic. E segue uma tendência que se vinha a verificar antes da pandemia e que a retoma do setor veio confirmar.

Foto: Jonathan Nackstrand/AFP

“Na última década, os navios de cruzeiro tornaram-se maiores”, explicou à agência AFP Alexis Papathanassis, professor na Universidade de Ciências Aplicadas de Bremerhaven, na Alemanha, e especialista neste tipo de barcos.

“Tal permite que as empresas sejam cada vez mais lucrativas”, acrescentou.

Os navios modernos estão também a tomar medidas para mitigar as emissões de gases através da utilização de Gás Natural Liquefeito (GNL).

Apesar de ser considerada uma fonte de energia limpa, ambientalistas contestam a sua utilização devido à libertação de metano.

A Cruise Lines International Association (CLIA) prevê que até ao final de 2023 que o volume de passageiros de cruzeiros ultrapassará os níveis pré-pandémicos, com 31,5 milhões de viajantes.

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