A Lagoa mais famosa da Islândia – e uma das mais conhecidas do mundo – afinal não é azul devido a um fenómeno natural.

Bláa lónið, em islandês, uma lagoa artificial a 39 quilómetros de Reiquejavique que recebe eletricidade e é aquecida pela central geotérmica próxima, não é afinal azul pelos minerais nele existentes de forma natural. A cor azul resulta da descarga da Planta Geotérmica Svartsengí, construída pelo homem em 1974.

A água, diariamente renovada, é aquecida por um fluxo de lava próximo e é utilizada para acionar as turbinas que geram eletricidade para alimentar as localidades à volta. Só depois entra na Lagoa, tornando-se parte de um dos Spas mais famosos do mundo. Assim, enquanto a Islândia está cheia de fontes de água quente naturais, a Lagoa Azul é um mito quanto a este estado natural das suas águas. Seja como for, minerais como a sílica e o enxofre são bons para a pele (talvez não tão bons para o cabelo), o que torna a Lagoa Azul, natural ou não, digna de uma visita.


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