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Os melhores sítios para comer em Salvador da Bahia sugeridos pela chef Anna Lins

Clique nas setas para conhecer as sugestões de Anna Lins. Praia de Itapuã Este é um clássico da Bahia: visitar a praia de Itapuã, famosa pela letra de Vinicius de Moraes. Passe a tarde por lá, sente-se junto à estátua deste gigante da música brasileira e aproveite os muitos restaurantes da área para provar um arroz de polvo. [Imagem: Shutterstock]
Bairro do Pelourinho Visitar Salvador é deambular pelo centro, entrar nas igrejas, sentir-se em casa com a arquitetura da cidade e entregar-se ao prazer da comida. E, nesse campo, a área do Pelourinho tem comida de rua, nas bancas das baianas, que deixam qualquer um satisfeito. As sugestões da chef Anna Lins são acarajé e bolinho de estudante. [Imagem: Leonel de Castro/Global Imagens]
Mercado Modelo Este mercado de artesanato de Salvador fica no bairro do Comércio e já é uma atração turística da cidade. Virado para a baía de Todos os Santos, é uma excelente opção para provar o que de mais típico existe na gastronomia baiana: os clássicos (comida de santo) moqueca de peixe ou bobó de camarão. [Imagem: Shutterstock]
Praia do Forte Uma visita ao famoso Projeto Tamar e suas tartarugas não pode ficar completo sem conhecer a gastronomia local. E nesse campo, há muita comida de praia por onde escolher, como os mariscos, principalmente lambreta e caranguejo. [Imagem: Leonel de Castro/Global Imagens]
Praia do Forte Uma visita ao famoso Projeto Tamar e suas tartarugas não pode ficar completo sem conhecer a gastronomia local. E nesse campo, há muita comida de praia por onde escolher, como os mariscos, principalmente lambreta e caranguejo. [Imagem: D.R.]
Hotel Bahia Plaza Dadá é cozinheira de referência da culinária baiana, a preferida de Jorge Amado, como reza a lenda. «Qualquer coisa que ela faça é maravilhoso», refere Anna Lins. Atualmente, Dadá está no Hotel Bahia Plaza. [Imagem: Shutterstock]

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Há 18 anos Anna Lins ouviu da boca do primeiro cliente (japonês) uma frase que, em vez de a derrotar, lhe deu força: «Anna, as mulheres não fazem sushi.» Não tem sido fácil combater esse estereótipo, mas hoje pode orgulhar-se de ter sido a primeira mulher a conseguir a certificação dada pela entidade oficial All Japan Sushui Academy.

A cozinha asiática entrou na sua vida por acaso. Quis juntar uma experiência profissional enquanto terminava o curso superior de Cozinha e Produção Alimentar na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril. A oportunidade aconteceu no Midori (Cesar Park Penha Longa), um dos primeiros restaurantes japoneses no país. O hotel tinha muita clientela japonesa, o que aumentava a pressão na cozinha.

O clique foi imediato. E a sua ligação às artes e ao facto de a cozinha japonesa ter grande preocupação estética também ajudou.

Anna Lins. [Imagem: A Sociedade]

Aos poucos dedicou-se a explorar as cozinhas tailandesa, coreana, chinesa. E essa fusão tem estado presente em muitos dos seus projetos como o Umai com o chef Paulo Morais e o Miss Jappa, onde tem estado nos últimos três anos, agora nas mãos do chef Rui Santos, mas com a sua consultoria.

Ao contrário do que podia parecer óbvio, Anna não escolheu contar as suas dicas sobre Tóquio ou Seul, mas sim sobre uma cidade que lhe diz muito pelas suas raízes familiares – Salvador da Bahia.

Muitos anos se passaram mas recorda a fusão entre os sabores portugueses e africanos e em especial um arroz de polvo num bar de praia. Em casa é também a fusão, ou como a própria diz, a confusão, que reina.

Por Cláudia S. Carvalho

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